Chapecoense - 20 Dez 2017 14:03

Fazer o bem faz bem

Por: Nathan Favero Varela
 
Fazer o bem faz bem Follmann em visita ao Hospital da Criança. Foto: Sirli Freitas

Retribuir todo a ajuda e o carinho que a Chapecoense recebeu em 2017 foi uma missão das mais difíceis, mas também das mais gratificantes. Ao longo do ano, diversos setores do clube se envolveram em ações beneficentes que estreitaram ainda mais o bom relacionamento com a comunidade. Novos e antigos parceiros fizeram parte de um ano de muito trabalho no projeto Chape Social, que teve por exemplo a participação no McDia Feliz, na campanha “Meias do Bem” (que arrecadou meias usadas para transformá-las em cobertores) e na doação de sangue para o HEMOSC de Chapecó.

Outra campanha que teve o engajamento da Chapecoense foi para angariar fundos para o tratamento do menino Bernardo Henrique Dalla Costa. Bê, como é chamado, tem uma doença rara, progressiva e degenerativa que afeta os músculos, impedindo a sustentação da cabeça e dificultando a respiração, a alimentação e a mobilidade. Segundo Luana, mãe do Bernardo, a ajuda foi fundamental para dar mais visibilidade à campanha. “Graças a Deus ele está bem e tem se mantido bem dentro do possível. A ajuda da Chape fez com que o Bê tomasse visibilidade e as doações aumentaram. A camisa que eles doaram foi rifada e também ajudou”.

Nivaldo, gerente de futebol do clube, participou da visita ao menino Bernardo. “Esse ano foi um ano muito difícil, todos sabem. Mais do que apoiar outras pessoas que precisam, nós precisávamos deles. Foi um ano de aprendizado, de dificuldade, superação. E certas visitas que a gente fez nos fizeram dar mais valor à vida. Fizemos uma visita ao Bernardo que nos fez pensar. A gente muitas vezes reclama, mas sempre tem pessoas que precisam de apoio, e aquele menino é um”, afirmou o ex-goleiro.

Embaixador solidário

Entre as diversas ações promovidas ao longo do ano, estão também visitas a escolas e hospitais da região, como o Hospital da Criança de Chapecó. E nessas horas um visitante especial chamava a atenção: Jakson Follmann, embaixador da Chapecoense, que se dedicou inteiramente a essa agenda do bem.“Fazer parte de todas essas ações foi fantástico, poder ver nas pessoas o brilho nos olhos, aqueles rostos felizes, não tem preço. O mais importante é poder acrescentar algo positivo na vida das pessoas. Com certeza 2017 foi um ano muito prazeroso e positivo pra mim, vou procurar sempre estar envolvido em ações do bem, pois além de fazer bem para as pessoas, me faz um grande bem também”, diz Follmann

A capacidade de contribuir para a evolução da sociedade local ficou muito clara neste ano. A total inserção da Chape nas questões da cidade tornou a relação mais próxima e 2018 promete ser ainda melhor. “Tem que ser assim, fazer mais visitas ainda. É importante porque as pessoas muitas vezes querem ver quem eles só conhecem pela televisão, muitas vezes eles não conseguem ir ao estádio. Não poderia passar o ano sem agradecer a todos, com a certeza de que daremos seguimento a essas visitas, porque isso é muito bom para todos”, afirma Nivaldo.


Imprimir
Enviar para um amigo
Assinar

Envie esta notícia para um amigo



Comente
esta notícia

Ao efetuar um comentário, o seu IP (Internet Protocol) será gravado e poderá ser utilizado para identificar o usuário que inseriu o mesmo.
Opiniões expressas aqui são de exclusiva responsabilidade do autor do comentário e não necessariamente estão de acordo com os parâmetros editoriais do Tudo Sobre Chapecó.


Outros comentários

noresults

Caso o comentário acima for abusivo ou seu nome for utilizado indevidamente, denuncie.

Notícias por data:

a
Voltar